Anônimo Eu

Uma geração cansada e morna, presa em seus desejos e pecados não confessados.

Já tem o protocolo decorado, sabem todas os passos da coreografia, mas se esqueceram que são como convites de um baquete preparado pelo Rei.

Estão perdidos pela casa, sem identidade. Já sabem cantar todas as canções, mas a essência não existe mais com melodia. A vida por cima do muro parece ser muito mais atraente do que a mesmice do dia a dia.

Todos estão mascarados de religiosidade. Um dia quente, um dia frio, uma multidão de “Anônimo Eu”.